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Domingo, Janeiro 30, 2005

Semanal no.4

Ano novo? Ok! Na semana passada, coloquei aqui, para retomar as atividades, um texto do Júlio, do Vanguart. Depois, já nessa semana que passou, o Self-Help apareceu por aqui. Recentemente, eles se lançaram à Trama Virtual em grande estilo, com uma música com cara de lançamento radiofônico. As reações foram, na maioria, positivas, relevando inclusive alguns incômodos vocais. Mas o CE só voltou a ter salto no número de acessos ontem, quando as pessoas se deram conta de que havia aqui um texto meu sobre a última das festinhas na casa da Anik.

Agora, esse é um capítulo novo. Minha vida inteira que, na verdade, se resume a alguns anos escolares sempre me trouxe muito mais elogios que críticas e assim também foi desde que eu comecei a cooperar com o Cubo. Isso, é claro, até eu escrever sobre o primeiro (e talvez único, agora que a parceria entre Seu Mário e Daniel Típico foi rompida, segundo afirmou Mário), evento produzido pela Ás de Espada. Foi um bom evento, com boas apresentações de Macaco Bong (estreando) e Fuzzly, além da ousadia de trazer uma banda de fora, os conceituados stoner-rockers Mechanics. Mas teve alguns erros como o dia escolhido (o mesmo da festa Forreggae, já tradicional para alternativos-em-geral cuiabanos), o som, alguns horários e o Lopez (apesar dos ótimos baterista e baixista, a banda inteira é um erro).

Por falta de tempo, eu nunca consegui terminar o texto. Mesmo assim, como experiência, decidiu-se publicá-lo no Espaço Cubo Blog para ver como seriam as reações a um texto opinativo naquela página. E não é que os resultados foram mesmo interessantes? Surpreendentemente, demorou dias até que alguém notasse que se tratava de um texto incompleto. Mas as críticas vieram bem mais rápido. Algumas até válidas, como as que desmereciam o formato de opinião, dizendo ser apenas 'achismo'. Por si só, isso já seria diferente para mim. Mas, além disso, houve quem fosse mais radical, com palavrões e outras coisas revoltadinhas: um Rodrigo (até hoje não sei: o do Subdivision?) me chamou de bobo e, Seu Mário, com menos elegância que se poderia esperar de um homem já maduro me chamou de 'marronzinho'. Depois disso, a coisa nos comentários do EC foi para um rumo tal que surgiu até um moderador! Eu sempre defendi que fossem apagados comentários que usassem de linguagem ofensiva, mas nunca tinha pensado em apagar também aqueles que tivessem idéias ofensivas. Aparentemente, foi necessário fazê-lo por lá. Será que um dia será necessário fazer o mesmo aqui? Espero que não.

Continuando com esse capítulo, mais real que a euforia que o precedeu, chegamos ao meu texto sobre as festinhas na casa da Anik. Depois dele, alguns bons amigos meus me disseram que faço muitas comparações. É difícil avaliar no geral mas, no texto em questão, as comparações não são minhas. "Novo Deefor", "Nenê Altro Cuiabano" e outras são coisas que ouvi com uma certa freqüência e me parece correto que eu tenha levado isso a um número maior de pessoas, independentemente de eu concordar ou não com tais comparações. De qualquer forma, fico com a idéia de que a comparação é uma forma válida de explicar, mais do que é crítica ou elogio. Comparações, me disseram, podem incitar polêmicas. Se eu sou um polemista? De forma nenhuma! Polêmicas nascem geralmente de má-comunicação e, obviamente, meu objetivo ao escrever é fazer-me o mais claro possível. Houve quem dissesse também que eu dei importância demais a uma simples festinha. Entretanto, eu acho necessário considerar que, no ainda pouco-preenchido calendário rock cuiabano, qualquer festinha é um evento. Mais que isso, criar uma rede de amigos ('amigos' simplesmente e não 'amigos rockeirinhos', como andei dizendo), uma cumplicidade pessoal entre bandas, tem muito a ver com criar uma cena.

O último dos comentários a ser observado veio de um anônimo qualquer. Mesmo assim, levei-o em consideração porque é algo em que tenho pensado bastante. Meu espaço de ação tem ficado um pouco limitado a paisagens mais óbvias, pessoas conhecidas. Está nas minhas intenções expandir meu campo de visão, buscando outras movimentações musicais em Cuiabá, fora as que têm mais a ver com o Cubo. Hoje, por exemplo, fui até à entrada do CPA para acompanhar um campeonato de skate seguido de shows das bandas Headache e Base Oculta. "Atendendo a pedidos".

Sei que já é fim de janeiro, mas sempre é tempo de dizer: bom 2005 a todos!

::: publicado por Pedro Acosta @ 21:52 - Comentários:

Quinta-feira, Janeiro 27, 2005

Rock Clube
Abrindo sua casa para seus amigos roqueirinhos, Anik dá chances únicas às bandas de serem ouvidas e dá uma boa força à construção da tão-falada cena rock cuiabana.



Quando fui informado de que o Dragsters, uma das bandas novas na cena cuiabana que mais me agradam, tocaria na quarta-feira na casa da Anik, não pensei duas vezes antes de me auto-convidar. Aí está uma vantagem de se ter uma cena pequena a ponto de que mesmo os mais ferozes inimigos sob pseudônimos sejam, na verdade, velhos conhecidos: nunca se está muito longe de ninguém.

Eu já havia estado anteriormente em uma das "quatro ou cinco" festas (como ela mesma mal lembra) que Anik promoveu em sua casa desde o segundo semestre de 2004. A comemoração à qual estive presente era o aniversário de um ano da banda Lazy Moon. Naquela ocasião, algumas coisas se fizeram curiosamente notáveis. As bandas tocavam relaxadamente e se comunicavam com os presentes de forma natural, festiva mas o som que faziam era rock sem minimalismos e num volume máximo mas a 'platéia' se comportava como quem vê um filme ou mesmo como quem encontra amigos. Ao mesmo tempo, se a maioria das festas tem a função de promover uma socialização (mesmo que forçada) entre os convidados, nesse caso seria possível passar horas em silêncio, assistindo somente. Variando entre os comportamentos possíveis, na festa de 1 ano do Lazy Moon, assisti por inteiro à apresentação das próprias e também do Subdivision. Acabei chegando tarde demais para Purple Turtle, Free Size e Reply.


Dragsters em foto de seu fotolog*

Quando cheguei, o show que estava acontecendo era justamente o do Dragsters. A primeira coisa que ouvi a seu respeito foi Sara (Lazy Moon) me dizendo "eles são o novo Deefor". Será? Talvez. Mas o que importa é que a música vinha com qualidade e vigor, "duas coisas essenciais ao rock", como recentemente me disse Finatti. Ainda mais impressionante que a apresentação em si, era o fato de que aquela era a primeira vez que a banda se apresentava.

Nessa quarta-feira, à festinha que tinha como pretexto ser a despedida de Bianca, a baixista do Reply (não que eu realmente tenha ouvido alguma menção a isso no tempo em que estive lá), cheguei novamente enquanto o Dragsters já tocava, a segunda apresentação da história do grupo, que se resume a aproximadamente cinco meses. Eles começaram com a intenção de tocar "de putaria", como bem me diz o vocalista, Bruno, no colégio em que estudam, o São Gonçalo. Esse show nunca aconteceu e, algum tempo depois, os quatro garotos cujas idades variam entre 15 e 16 anos já estavam trabalhando em músicas próprias, sob forte influência de Nirvana. Inclusive, das oito músicas que eles tocaram nessa quarta, na casa da Anik, duas eram versões da banda de Seattle. Outras cinco eram composições próprias e, completando o repertório, ouviu-se também Get Free, do Vines, provavelmente a mais memorável entre as várias explosões do Dragsters.


Reply, em foto de seu fotolog*

Em seguida, quem se apossou dos amplificadores foi o Reply, a banda do dia. Afinal, Bianca, a baixista, era a homenageada da tarde e Anik, vocalista, a dona da casa. Ela começou dizendo: "essa é a nossa última apresentação, a banda vai acabar". De fato, o 'grupo com data de validade', como bem diziam por aí, chegava ali ao final de uma fase, despedindo-se do guitarrista Dinda e de sua baixista, que não estarão em Cuiabá em 2005. Na despedida, tocaram versões mais pesadas para Cindy Lauper e Michelle Branch e até (fora do repertório 'oficial') Darkness! Mas a tal data de validade foi, aparentemente, renovada! Entram na banda Jaime e Thuagy, dando continuidade a história de mais de um ano do Reply.


Free Size em foto de Anik. *Para os fotologs das bandas, clique sobre seus nomes no texto

Depois da ótima I Believe In a Thing Called Love, os caras do Free Size começaram a tocar. O FS é outra banda que até agora só se apresentou na casa da Anik. Sua estréia foi justamente na primeira dessas festinhas. O repertório do grupo, que existe há uns dez meses, é basicamente emocore com versões para Dance Of Days, Sugar Kane, Fresno e afins. Há também três composições próprias, nas quais o grupo ainda trabalha. Mas o maior destaque da banda são os vocais incríveis de Marcus ou 'o Nenê Altro cuiabano', como me disseram. O vocalista diz humildemente que tenta "sempre agitar bastante", resultado alcançado em pulos e gritos impressionantes, os quais sua banda acompanha com o mesmo vigor.

Completando a festinha, tocaram o Subdivision que, sem baixista, fechou a noite e um grupo chamado Ramazi (correção: o nome é Hamazi, como me informam os comentários deste post), que abriu a tarde, pelo que dizem, sem se anunciar, o que impôs certa dificuldade sobre a minha missão de descobrir quem eram. Talvez numa outra festa...


Pedro Acosta.

::: publicado por Pedro Acosta @ 22:25 - Comentários:

Terça-feira, Janeiro 25, 2005

Self-Help-On
A banda emo cuiabana chega à Trama Virtual



Desde segunda-feira, dia 24, o Self-Help pode ser ouvido na Trama Virtual. A banda já havia disponibilizado música no site na semana passada mas, curiosamente, a canção ficou disponível por menos de quarenta e oito horas antes de ser retirada da página pelo próprio SH. A canção em questão chama-se O Que Você Me Deu e estará presente no EP que a banda pretende lançar na segunda quinzena de fevereiro. Isso, inclusive, explica a ida-e-vinda. A música em questão já se encontra em sua versão final, o que levou o SH a apressar sua publicação na Trama já na semana passada, como é compreensível. Afinal, não se pode minimizar o efeito do site sobre a cena independente brasileira e o fato de que, hoje, a Trama Virtual é o mapa de tal cena. Entretanto, como ainda faltava um bom tempo para o lançamento do EP na semana passada (e, em termos, ainda falta), a banda decidiu por fechar sua página no catálogo-online.



Pois os caras mudaram de idéia de novo e, agora, quem acessar http://www.tramavirtual.com.br/selfhelp poderá ouvir O Que Você Me Deu como um single, um aperitivo do que aparecerá no vindouro EP. Ainda sem título definido, é provável que o disco seja batizado de Um Tempo Pra Pensar, como conta o vocalista do SH, Juliano.Pretende-se que o CD venha com 5 faixas e um vídeo. A idéia soa realmente inovadora - resta saber qual será o resultado, já que as coisas ainda não parecem muito certas para esse vídeo. "Vamos aproveitar esse evento para fazer umas imagens para o vídeo q vai estar no EP", me conta Juliano. O evento em questão é o Grito Rock, no qual a banda se apresenta no sábado, dia 5 de fevereiro. O grupo está programado para fechar a noite, o que causou certo desconforto entre Juliano e o Cubo.

aEE soh naum entendi pq nosso horario mudou vamos tocar as 3??? poh na boa ta parecendo perseguisão ja ! soh tocamos em ultimo isso quando rola de toka!! - Juliano reclama no Espaço Cubo Blog.
Cubo de Ensaio pergunta: Juliano, você reclamou do horário em que vocês tocarão no Grito Rock. Algum comentário a respeito?
Juliano responde: Bom, é o seguinte... Cuiabá ainda tem um problema com público. A galera vai às festas para ver as bandas de fora e deixam de dar valor a suas próprias bandas. Isso atrapalha pois se você toca depois da banda "estrangeira" já não tem quase ninguém para te assistir. Isso é frustrante pois nos dedicamos bastante para levar nosso som até a galera!



Discussões à parte, resta O Que Você Me Deu, enquanto o EP não vem. A canção tem melodia feita pelo guitarrista Névio e letras do próprio Juliano. "Uma garota de que eu gosto muito, amiga minha de Sampa, me pediu uma música. Daí, escrevi como se ela fosse uma pessoa perfeita pra mim!" - conta o trovador. Como a história bem indica, trata-se de uma balada, uma música bem emo, como o próprio letrista define. É um single mesmo, com direito a letra simples com que qualquer um pode se identificar e melodia e riffs amigáveis à memória - repeat. O som é agradável e linear, com exceção de alguns momentos do vocal (muito destacado) - esse maior problema das bandas de rock, sobretudo as independentes. Vale uns bons cliques no play.

::: publicado por Pedro Acosta @ 21:37 - Comentários:

Terça-feira, Janeiro 18, 2005

Teclado Aberto no.2

Para a segunda aparição desta seção no Cubo de Ensaio, apresento, com muito atraso e poucos comentários (já que não sei se entendi ao certo a intenção desse conto) um texto enviado a mim, por email. Lamentável foi escrito por Júlio Cesar, baixista do Vanguart, alguém notável tanto por sua sensatez quanto por sua dupla-personalidade (!?). Aqui estão algumas de suas palavras.


Lamentável!

- Mas, garota, o que é isso sobre teu peito?

Ela olhou para baixo, examinando-os, voltou a cabeça e sorriu.

- Não há nada cobrindo meus peitos, garoto! - enfatizou a última palavra com um singelo erotismo seguro, bem treinado.

- Não há? - por um breve momento ele deu a entender que não continuaria a falar - Deixe-me então lhe falar o que há. - ele se sentou na cama, acendeu as luzes e a olhou vigorosamente - Você, escute-me bem, você não é minha mulher. No momento, talvez, todo seu ser se resume nesse profundo desejo, e penso aqui, de acordo com o fluxo do relacionamento atual, só por essa noite, não é? Acredite, há caminhos ainda, mas mesmo para ser o que algum dia já se pretendeu, falta muito. Não peço uma vida intelectual, artística ou gloriosa mas, se não consegue desamarrar-se da mediocridade, no mínimo assuma seu tamanho. O resto é outro passo, pois tal sinceridade resultará num efeito dominó fatal sobre seus objetivos. Pode ter certeza disso. Talvez apenas leitura eu lhe pediria, e nem estou falando de livros ou palavras, mas aí estarei lhe forçando a ser o que sempre forçaram a ansiedade de sua raça a aspirar nesses últimos milênios, que é tentar ser um lindo homem. Não, não quero me relacionar com um aspirante ao cargo homem. Vocês deveriam ter procurado algo melhor para se espelhar, pois do que vale uma vitória quando a insignificância veio já da inspiração? Ou então entorpeça a identidade, nada no cabelo, nada na pele, esqueça o batom, a calcinha, os bons-modos, não escovar mais os dentes... Entenda, é necessário ao mínimo um ponto de atrativo, e nem precisa ser tão coerente nele. Eu até deixo-lhe, desde que assuma como frescura, suas idas à academia, mesmo porque gordura atinge outras esferas mais profundas que a moral. Não que você precise urgentemente disso, não é esse meu ponto. Mas entenda, sobre seu peito, garota, há um dos motivos de nosso declínio histórico. Uma prova se deu agora, pois minha pergunta inicial foi movida por uma ilusão da fraca luz nesse quarto, e você, numa inocência forçada ao dar o bote, se transbordou nessa fórmula meio já até institucionalizada nesses mundos do põe lá, dá cá. Eu dizia sobre o declive, não? Bem, tenho até outras idéias sobre Igreja e Idade Média quando olho pra você, assim, com essa cara. Pois o quê há sobre teu peito ajudou a base do nosso agora, só por isso já deveria bastar como perigo, mas não, 'direitos iguais', certo? Desculpe-me, não sou democrático, nem idealista francês. Sinceramente não acredito em igualdade, e nem que a diferença entre nós seja algo sutil. Nossa semelhança termina no andar sobre duas patas e falar. Talvez eu esteja na cotação de uma outra possibilidade, e não pense que entendeu isso que eu falei. 'Oh, mas é natural e deliciosamente necessário!' Sim, a psicologia, a medicina e a pecuária recomendam. Mas o quê sabem as ciências? E o olhar que você fez ao dizer garoto? Até nisso a leitura lhe escapa? Seu olhar me lembrou da Xuxa. Aliás, seu penteado e expressão corporal me fazem lembrar de certos desejos na infância, quando assistia televisão. Sim, tive fantasias com a televisão, mas pelo que estou vendo, as suas foram piores. Agora me diga, e se nós tivermos uma perfeita e delicada noite de proximidade, no seu rabo? Sim, nesses termos. E seu eu gozar dentro do seu nariz? Você, eterno aspirante ao cargo homem, poderia se resumir a uma punheta e, pode ter certeza, não há romantismos lá. Lembre-se disso. Na verdade, pior. Pois você não teria feito esse olhar no meu pensamento, meu Deus, de maneira alguma. O quê? Verdade? Chorando? Agora se perdeu na essência feminina? Daquelas suaves, nojentas... sim, realmente muita coisa lhe escapa. Escute, sobrancelhas encurvadas sobre o nariz e essa boca com uma leve expressão de nojo não lhe dá o direito de coisa alguma, principalmente o direito de estar certa. Talvez a Xuxa faria a mesma cara. Agora vai vestir a blusa, cobrir os peitos, né? Que foi? Sentiu frio? Percebo que também já tinha tirado a calça. Veja bem, no meu dicionário, 'dormir' não significa 'foder'. Acho que confiei demais em seu discernimento. Pensei que fosse esperta para perceber que no meu convite não havia letras miúdas. Sei que você mora longe, sei da greve dos ônibus e sei que horas são. Foi só preocupação. É isso que dá nascer e pensar na filosofia Cristã. Aliás, eu não pensei bem, pois deveria ter dado mais atenção a esse 'lugar-comum' de seu olhar colegial. E, me desculpe novamente, mas olhando sua estética, o conceito de vitrina pipoca na minha cabeça. Talvez isso seja até proposital, o que deixa menos louvável ainda. E veja que óbvio, agora vai embora. E ainda com a certeza que tem o direito de ter raiva. Chego a escutar sua mediocridade do fundo lhe dizendo que é característica de pessoa forte e resolvida sair assim, com firmeza e ignorância de um soldado. Mas discutir e fundamentar uma defesa a provar para qual lado o ridículo pende nem chegou a ser uma leve opção, estou certo? Enfim, patética! Nem sua beleza, significante, confesso, lhe ajuda a se destacar como preferível... e já que está indo mesmo embora, só peço pra não bater com muita força a porta da... Caralho! E eu ainda vou ter que levantar e ir lá trancar a porcaria da porta!

::: publicado por Pedro Acosta @ 21:52 - Comentários: