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Sexta-feira, Fevereiro 18, 2005
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::: publicado por Pedro Acosta @ 20:57 - Comentários:
Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005
"Rockstars do Asfalto"
Em uma entrevista, é assim que Dimmy, o baterista do Honkers define sua banda, que toca em Cuiabá no dia 25 deste mês.
"Orgulho de ser rock", diz o guitarrista Felipe, na mesma entrevista, com o mesmo propósito. E esse sentimento está em tudo o que se vê do Honkers. Através dos anos, criou-se uma lista implícita de coisas que facilmente se identificam com o rock - e essa banda baiana facilmente se identifica com várias delas.
A história do grupo começou no outono de 1997, em Salvador. A idéia de Rodrigo (vocalista) e Clévio (primeiro baterista) era simplesmente ter uma banda de rock - com influências de punk e ska. A idéia demorou um tempo absurdo para ser realidade, mais de um ano, e a primeira 'formação' nunca chegou a tocar junta. Já na segunda tentativa, o primeiro ensaio e, pouco tempo depois, a primeira apresentação - numa festa, pelo que se diz, em que o bar era a atração principal - aconteceram na primavera de 1998. O segundo show foi só em janeiro de 1999, já com outro baterista. E o terceiro, só em abril de 2000 - já a última apresentação do baterista recém-citado. Em algum momento, eventualmente, o grupo faria mais de um show no mesmo ano - e isso se deu em 2000, ano em que também surgiu o nome Honkers. Na página do conjunto, o texto da biografia acaba em 2001 quando "Dimmy entrou para a história do Honkers como baterista (o quarto!) e produtor. Organizou a casa..." Acabar os relatos biográficos bem quando a banda começa a dar certo, com maior preocupação em contar os tropeços de começo de carreira dá pistas dos interesses desses baianos pela diversão e pelo inusitado.
Sobre esses dois pilares é que reside a maior parte da reputação do Honkers. O primeiro fato notável do grupo são as performances pouco discretas do vocalista Rodrigo que já, em apresentações: subiu num coqueiro, ficou só de cuecas, tirou toda a roupa, tentou fazer fogo com pedras, jogou água em gente, simulou sexo oral com o microfone, colocou o microfone dentro da cueca, quebrou pedestal, entre outras coisas que constroem sua mítica. Na lista de feitos incomuns da banda, será acrescentado no final deste ano um tópico sobre lançar cinco discos simultaneamente por cinco gravadoras diferentes, incluindo uma argentina e outra suíça. Por enquanto, o Honkers se empenha em outro possível tópico para essa lista: uma excursão de pouco mais de um mês que os levará a fazer mais de trinta shows em quatro das cinco regiões do Brasil e, ainda, na Argentina e no Uruguai - tudo isso de carro! E é aí que aparece um outro viés do grupo.
"A gente se diverte, claro. Mas (...) a nossa vida rockstar é trabalho, trabalho, trabalho e mais trabalho", enfatiza, na mesma entrevista já citada, o guitarrista Felipe. Afinal, há de se reconhecer que, para fazer uma turnê da forma como a banda está fazendo sua Everyday Is Rock Day é necessário bem mais que desejo por diversão ou amor ao rock. Há uma série de privações envolvidas e de riscos para correr de que muitos não seriam capazes e o próprio Honkers sabe disso: eles tiveram que substituir um dos guitarristas que não aceitou a apertada agenda da banda (o antigo guitarrista, porém, continua no grupo na função de diretor musical). Na atual fase de expansão da cena cuiabana, em que algumas bandas parecem ser hours-concours por aqui, resta saber se ao menos uma delas terá o ímpeto e a habilidade de se expandir para fora daqui também. Por enquanto, esperemos para ver que tipo de diversão e rock'n'roll Rodrigo 'Sputter', Dimmy Drummer e sua turma têm para nós.
::: publicado por Pedro Acosta @ 20:11 - Comentários:
Quarta-feira, Fevereiro 09, 2005
2 Memórias do Terceiro Dia de Grito Rock 2005
Clique aqui para outra foto do Killer's, aqui para ver o baterista mandando ver e aqui para ver gente grande num momento humilde frente à banda. ;=)
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Uma banda desconhecida de nome Killer's foi escalada para fechar a segunda-feira de Grito Rock 2005. Nessas condições, o esperado seria que o show servisse mais para a própria banda que para o público que, provavelmente, àquela hora já teria ido embora. Porém, o que aconteceu não foi bem isso. Nesses três dias de Grito - talvez pelo espírito carnavalesco, talvez pelo número de bandas por dia ter sido bem-pensado - a quantidade de pessoas presentes à Galeria do Pádua na hora dos últimos shows foi surpreendentemente boa. E quem ficou para ver o Killer's teve uma surpresa interessante.
Ela, com certeza, não veio do repertório - ponto fraco do grupo, cheio de Pitty, Linkin Park e Evanescense - mas sim dos seus componentes. O baixista tem 16 anos; o tecladista e os vocalistas/guitarristas (um menino e uma menina), 15; e o baterista... 12! Juntando-se a descrição do repertório, a idade dos integrantes e o horário da apresentação, o show da banda tinha elementos certeiros para o fracasso. O fato de ter dado certo o torna certamente memorável. Em primeiro lugar, o público foi atraído pelo inusitado do espetáculo e o Killer's conseguiu a atenção de muitos dos presentes. O que eles viram foi um bom guitarrista e um bom baterista, não só para os padrões da idade (para esses padrões, eles foram fantásticos). E até o repertório foi engulido - era divertido, com músicas conhecidas de todos, afinal. Ficam as esperanças de que a banda continue, de que o repertório evolua, de que os vocais se acertem. Isso feito (parece muito, mas não é tanto quando se tem 15 anos), teremos em algum tempo uma ótima banda - para todos os padrões!
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O Sedna é uma das bandas mais interessantes da cena cuiabana hoje. Sua apresentação no Grito Rock 2005 foi apenas a quarta da carreira - não que alguém pudesse notar. Há ainda uma dificuldade na parte de repertório - por enquanto, eles só fazem versões para músicas de outras bandas e escolhem alguns nomes bem óbvios para o gênero como Ozzy Osbourne, Bruce Dickinson e Angra ("dificuldade", apesar de isso, com certeza, mais ajudar que atrapalhar na recepção do público à banda). De resto, o conjunto é prodigioso.
Primeiramente pela qualidade de seus músicos, indiscutível. Em segundo lugar, e mais importante, pela postura da banda. O metal é um segmento musical muito estigmatizado (vide Massacration) em que boa parte das bandas e do público parece seguir normas rígidas que, freqüentemente, restringem o estilo a uma espécie de gueto. O fato de o Sedna apresentar-se de forma convidativa a todos sem trair o metal para tanto é um trunfo. Na banda, as roupas pretas não são um uniforme obrigatório, nem o são os cabelos compridos (tão ligados mais a uma época que, necessariamente, a um estilo). Os caras tocam passando uma clara idéia de prazer em fazê-lo, de forma despojada. E o público aprova. Na segunda-feira, boa parte dos presentes à Galeria eram fãs de metal que estavam ali para ver Sedna e Zagaia. Esta última cancelou sua participação no domingo; então, o momento-metal do dia acabou ficando por conta apenas daquela. Foi insano, com som altíssimo (não é todo dia que se ouve um metaleiro dizendo "cara, o som está alto demais", como eu ouvi algumas vezes), banda no comando de seu show e público respondendo à altura, cantando junto e se jogando - foi memorável.
Melhor da noite
Em comparação aos outros dois dias (sobretudo a sábado, certamente o melhor de três), a segunda-feira não teve performances tão fortes - inclusive, daí serem "2 memórias" e não 3. Assim, ficou até fácil para o Sedna ser a melhor banda da noite. Na lei da oferta e procura, o público procurava metal e a banda ofereceu exatemente o metal que ele gostaria de ouvir - negócio fechado! Mas que isso não desmereça o grupo, que sempre poderá contar com o talento tamanho de seus instrumentistas (incluindo a voz como instrumento) e sua boa performance no palco.
::: publicado por Pedro Acosta @ 21:53 - Comentários:
Terça-feira, Fevereiro 08, 2005
3 Memórias do Segundo Dia de Grito Rock 2005
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Várias bandas em Cuiabá têm buscado se aprimorar. O caminho para isso é fazer mais ensaios - afinal, todos sabem que uma boa banda é aquela que apresenta boa música, tanto na composição quanto na execução. Tendo essa já cristalizada, uma nova idéia começa a ser absorvida de forma mais ampla: não importa só quão boa é a música apresentada, conta muito também a forma como ela é apresentada. É claro que a preocupação com performance e imagem não é novidade para Cuiabá, mas é notável o número de bandas que recentemente tem adquirido essa preocupação. É aí que o Donalua salta à frente das outras bandas como quem, enquanto todos estão indo com o trigo, já está voltando com o bolo. Explique-se. A reação natural de uma banda perante o público é o acanhamento, o silêncio. Daí ser necessário um trabalho para aprender a falar, a se expressar, até a usar as roupas certas para ajudar no entendimento do conceito musical. Pois o Donalua já aprendeu a falar há muito tempo. E como falou. Com um estilo visual de certa inspiração grunge e declarações cheias de provocação e, muitas vezes, verborrágicas ao microfone, a banda sempre transformou suas apresentações em bons tópicos para discussão. Mas, agora, eles parecem buscar um novo tipo de inflamação - mais enxuto.
Neste último show, no Grito Rock, estavam lá apenas um guitarrista e um vocalista, as contrário das duplas de três meses atrás, por exemplo. Também não estavam lá as roupas sobrepostas e até os cabelos eram mais curtos. Declarações? "O Donalua é uma banda que só manda músicas próprias." Mais interessante que a guinada estética em si é perceber que ela acontece em acordo com a evolução musical do grupo. Na apresentação em questão, as músicas se fundiam umas às outras e eram apresentadas quase que em uma peça só. A performance serviu de vitrine para o talento (e o entrosamento entre os dois) do baterista Ynaiã e do guitarrista Bruno Kayapy - cuja guitarra vem tomando papel de líder na banda - em longas partes instrumentais que prendiam a respiração do público. Por ter conquistado a atenção da maior parte dos presentes de forma diferente, sem que eles dançassem ou cantassem junto necessariamente, o show do Donalua foi um momento memorável do sábado de Grito Rock 2005.
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A música do Vanguart alcança regiões sensíveis da memória musical das pessoas. Em primeiro lugar, o som do violão é, depois da voz, provavelmente o som musical mais familiar ao ouvido brasileiro. Em seguida, não há quem não carregue algo dos Beatles na memória e o Vanguart aperta esse botão. Por fim, há as boas melodias do vocalista Hélio Flanders - tão fáceis de guardar. Aí está uma explicação aceitável para a ampla aceitação que a banda consegue e para seu sucesso crescente em Cuiabá. Está aí também boa parte da explicação cabível para o show de sábado no Grito Rock ter sido tão bom.
Outras razões para tanto estão no bom-humor em que a performance estava mergulhada. Havia alguma presença de espírito sessentista, algo meio amalucado, engraçado, em como o baixista e o guitarrista dividiam um microfone para fazer os vocais de apoio ou na divertidíssima performance de I'm Down, dos Beatles, por exemplo. Esta música, aliás, foi provavelmente o destaque do show. Para apresentá-la, Hélio mencionou Reginaldo, lembrança constante nos shows e para os fãs de Deefor, depois tocou teclado até com os cotovelos e fez vocais de apoio enquanto o guitarrista David Dafré comandava tudo. Com esse tipo de espontaneidade e essa idéia sincera de por que se ter uma banda de rock, aliados às boas canções e à precisão de sempre, o Vanguart foi um dos melhores momentos do segundo dia de Grito Rock 2005.
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A adolescência, com suas explosões hormonais e seus momentos de descontrole, é certamente o estado de espírito ideal para o rock. Em poucas palavras, aí está o por que de o show do Cueio Limão no Grito Rock 2005 ser digno de memória. De forma muito direta, a banda tocou seu repertório de canções rápidas e o público perdeu o controle. Então vieram os pulos, as pessoas se jogando umas por cima das outras, as rodinhas no meio da pista, e o público avançando para sobre a banda, fazendo necessário criar uma barreira humana entre os dois.
Esse tipo de caos é tudo o que se espera de um show de rock e sempre será algo memorável.
Souvenirs:
° A garrafinha metálica com água-que-passarinho-não-bebe do Vanguart;
° O colar carnavalesco e os tênis brilhantes da Strauss;
° O chapéu do Donalua;
° A bandeira do Cueio Limão;
° Os tênis e os óculos do Revoltz;
° A camiseta Self-Help do... er, Self-Help;
° Rafaela do Revoltz.
Melhor da noite
Tendo feito uma perfomance de prender olhos e ouvidos esperando pela próxima nota ou música, apresentando as canções de forma contínua e com qualidade em sua execução, o Donalua fez o melhor show da noite.
::: publicado por Pedro Acosta @ 20:20 - Comentários:
Segunda-feira, Fevereiro 07, 2005
3 Memórias do Primeiro Dia do Grito Rock 2005
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A banda Leenuz começou sua apresentação de forma tímida. As melodias pop que o grupo emitia encontravam um momento desfavorável, aparecendo após o forte show do Contingente Imigrante. De início, o público para o Leenuz era disperso, afinal, não eram muitos os que sabiam o que iria acontecer e só esses ficavam à espreita. Uma vez a apresentação iniciada, as pessoas foram progressivamente se aproximando da banda. O primeiro momento notável, como infelizmente não poderia deixar de ser, foi uma versão: A Flor, do Los Hermanos. O clima continuou em descontração, graças, sobretudo a refrões como "Luísaaaaaaaaaaaaaaaaaaa". O show foi acontecendo em ritmo normal, envolvendo quem via num rock pop e um pouco sentimental. Outro bom momento, já mais próximo do fim, foi uma versão para Weezer, cantada forte pelos fãs da banda presentes (qualquer uma das duas).
Quando o Leenuz parecia próximo de encerrar sua participação sem grandes surpresas, vieram as duas últimas músicas - um dos momentos memoráveis do primeiro dia do Grito Rock 2005. Para interpretar Alguém (como se lia na lista de músicas colocada sobre um amplificador), o pequeno vocalista se libertou de sua guitarra, subiu em amplificadores, se contorceu, fez todo tipo de movimento, dando sério trabalho a quem cuidava do som, desconectando e embaralhando fios. Dando continuidade à sensação de pequena rebeldia roqueira - brincalhona, divertida - ele retomou a guitarra e a banda fez uma versão para Dancin' Days, sucesso da era disco brasileira com As Frenéticas. Os versos ("abra suas asas/ solte suas feras...") eram ditos de forma peculiar, rock and roll, e a banda misturava agressividade própria com os acordes no teclado característicos da versão original da canção. Dessa forma completamente festiva, o Leenuz fechou sua performance. Foi lindo.
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Pelo que parece, uma das fases mais difíceis para uma banda é encontrar um caminho, uma forma para se trabalhar sobre. Nas poucas vezes em que assisti a seus shows, vi a Camilots fazer apostas diferentes. Sonoridade mais obscura pesada à moda dos anos de 1992; sons mais dançantes como nos anos 60. Na última vez, no evento de 18 de dezembro no Bom Balanço, a música foi, surpresa, não-tão-dançante. Como o vocalista Maurício já me explicou, há alguns caminhos possíveis dentro da banda. A contrabaixista Teca representa o mais conhecido deles, o rockabilly. Mas o guitarrista Luku e o baterista Max parecem ter idéias mais pesadas para o grupo.
O momento memorável em questão aqui é justamente a confluência dessas tendências que ocorreu durante todo o show do Camilots no 3º Grito Rock, mais a presença de espírito do vocalista. Nos 50 minutos de seu direito, o grupo mostrou-se forte e até sujo, mas ainda dançante. Conduzindo a parada, Maurício economizou os outrora exagerados discursos de "esta música vai para...", teve algumas boas sacadas, e impôs-se bem, sempre com bom-humor, apresentando bons truques para conquistar a platéia (como, por exemplo, tocar o clássico Johnny B. Good primeiro em andamento desacelerado como 'esquenta' para a real versão da música) além, é claro, de um ótimo figurino. Pelo cuidado, pelo encontro e pela diversão, o show da Camilots é uma boa memória do primeiro dia.
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O sucesso de um show vai muito além da performance de quem se apresenta. O interessante é o diálogo entre quem mostra e quem vê e como a energia passa de um lado para o outro e de volta. Por isso, o show do Contingente Imigrante foi a experiência mais marcante da sexta-feira no Grito Rock. A banda, já veterana, conseguiu, no passar dos anos, juntar uma base de fãs fiel que segue seus ídolos pelos eventos. Eles ficam bem em frente ao palco e cantam alto todas as músicas. O CI tem mesmo um repertório que inspira gritos e pulos, misturando letras de forte teor político e sucessos marcantes dos anos 80. Assim, os shows do grupo têm certa constância em ser boas experiências.
Mas neste Grito Rock foi especial. Economizando as versões mais óbvias e executando o repertório quase que sem intervalos, eles pareciam realmente estar dando tudo de si, num show energético a ponto de fazer o vocalista Fernando Birello arfar e praguejar entre uma canção e outra. Pudera, com tantos pulos, corridas de um lado para o outro e incursões pela platéia - memorável.
Souvenirs:
° A camiseta pink do pessoal da organização;
° Todo o figurino de Maurício, da Camilots, incluindo as unhas pintadas de preto, com destaque para os óculos Top Gun;
° A fita de cetim que prendia o cabelo de Teca, também da Camilots;
° O cartão com a letra de República do Adeus que ficou sobre o amplificador durante o show do Contingente Imigrante;
° A guitarra inteiramente coberta com adesivos coloridos do Leenuz;
° As garrafinhas de água verde-limão também do Leenuz;
° A camiseta preta com estampa de caveira do Sabotagem;
° A camiseta com inspiração no soul dos anos 70 do Zorato.
Melhor da noite
Durante todas as noites de Grito Rock, Mel da Flor, como é conhecida uma das lindas colaboradoras do Cubo, passeia pelo salão coletando votos para escolher quais bandas devem se apresentar no próximo sábado, dia 12, no Enterro dos Ossos. Considerando as bandas de sexta, meu voto iria para a Camilots. A performance do Contingente Imigrante também foi fantástica, mas vence o grupo de rockabilly pesado ('punkabilly'?) pelo frescor e estilo. Ah, esses jovens em ritmo de aventura...

::: publicado por Pedro Acosta @ 04:21 - Comentários:
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