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Quarta-feira, Agosto 30, 2006
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entrevista
João Lucas fala sobre o Vaca Amarela
por Talyta Singer
Imprensa EC
O Vaca Amarela, realizado em Gyn City
Se existe algo que o festival Vaca Amarela vem provando ao longo dos
anos é que, de fato, a música jovem em Goiânia está muito bem. Tanto é
que o evento, em 2006, vai para sua quinta edição consecutiva. E este
ano, meu amigo, não tem pra ninguém! São 22 bandas, sendo 18 da forte
cena goianiense e quatro "importadas", Rogério Skylab (RJ), Ludovic
(SP), Porcas Borboletas (MG) e Macaco Bong (MT). O palco do festival é
pela primeira vez o Clube Social Feminino. Um espaço maior foi
necessário devido ao crescente público do evento. Dias 22 e 23 de
setembro a música jovem goiana já tem compromisso.
Nos vemos lá?
O convite é do pessoal da Fósforo Records (ex-Beacid), que organiza o Festival Vaca Amarela, em Goiânia. A seguir, entrevista com João Lucas, o Johnny Suxxx, a respeito do evento.
João Lucas, da Fósforo
O Festival acontece em meio a vários outros do circuito. Como é isso?
O Calango foi muito importante pra gente fechar a programação.Vimos bandas bem legais como o Porcas, o Macaco , o Ludovic.. e conversamos pessoalmente sobre a vinda e detalhes...
Qual a importância do Vaca Amarela no Circuito Fora do Eixo?
Troca de informações, de conteúdo e de experiência... além das discussões que também proporcionam um diálogo bom... Qdo vamos conhecer os outros festivais Fora do Eixo, agente tanto vê na prática coisas legais para serem aproveitadas, quanto discutimos sobre formatos, divulgação, propostas etc...
Como foi feita a seleção de bandas?
Algumas bandas saíram das prévias (as primeiras bandas da noite). Outras ja são do casting da fósforo... outras participam do circuito Fora do Eixo.... algumas bandas novas em boa fase da cidade... e o Skylab nunca veio a Goiânia, estamos tentando já faz tempo. Apostamos nessa escalação apesar de saber que ficaram de fora muitas bandas boas que se inscreveram. Todas passaram por uma análise de material, ou show (prévias) pela curadoria do festival.
Pq o lugar diferente?
É um local novo para o público de Goiânia... Os festivais costumam acontecer no Martim Cererê. Apostamos num lugar diferente.. o Cererê eh muito charmoso e histórico, mas tem shows que não é possível nem entrar no teatro. Se todos resolvem entrar no teatro ao mesmo tempo pra ver determinada banda, a coisa fica feia.. hehe Apostamos num lugar novo e maior, o Clube Social Feminino
quem organizava o festival antes da fósforo?
O Pablo Kossa. Era um festival dele. Eu entrei na quarta edição, com a BEACID. E agora eh o Festival anual mais importante da Fósforo.
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posted by Espaço Cubo at 16:59
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Sábado, Agosto 26, 2006
festival calango
Deliberações da última reunião Circuito Fora do Eixo
por Talyta Singer
da Imprensa EC
Durante o Calango na Mesa (saiba mais aqui), núcleo de debates do Festival Calango, aconteceu uma reunião do Circuito Fora do Eixo. A mesa que no último fim de semana reuniu representantes de 16 estados no MISC - Museu da Imagem e Som de Cuiabá elaborou uma lista de ações práticas a serem emcainhadas pelos membros do circuito.
Acompanhe o resumo da ópera feito por Pablo Capilé que também está disponível na comunidade Fora do Eixo - produtores no Orkut:
Definimos algumas ações praticas que estaremos encaminhando a partir desta semana, são elas:
1- Produção de Conteúdo
- Lançar o Portal Fora do Eixo (www.foradoeixo.org) no festival goiano Vaca Amarela em Setembro.
- O layout e a equipe de redação ficaram sob responsabilidade da Equipe do Espaço Cubo.
- A programação ficará sob a responsabilidade do João, sergipano do Rockassetes.
- A linha editorial será debatida na comunidade Fora do Eixo - produtores no Orkut.
- A revista Decibélica de Goiânia abrirá espaço para a veiculação de material Fora do Eixo.
- O Loaded e-Zine disponibilizaraá espaço para o programa de rádio oficial do Circuito Fora do Eixo.
- Um plano de mídia também estará sendo apresentado pela equipe do Espaço Cubo na comunidade do Orkut.
2- Distribuição
- A Fósforo Records sediará a Distribuidora Fora do Eixo e enviará uma proposta esta semana na comunidade.
- Definimos que estaremos convcentrando nossos esforços na distribuição dentro do circuito de festivais e eventos em todo o pais.
3- Circulação
- A sede deste núcleo estará sediada em Rio Branco no Acre e será responsável pela elaboração do projeto que sistematizara a cadeia produtiva de cada um dos estados participantes.
Estas são as linhas gerais definidas, gostaria que os participantes complementassem essa linhas com mais infos que julgarem necessarias.
Estiveram presentes os seguintes estados: Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Acre, Amazonas, Pará, Rondônia, Amapá, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Distrito Federal e Rio Grande do Sul.
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posted by Espaço Cubo at 20:29
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Quinta-feira, Agosto 24, 2006
E como anda o High School?
Por Kleber Santos
Imprensa EC
HS no Festival Grito Rock (Foto: Vini Mania)
Opa, salve galera HardCore, hoje trouxemos pra cá uma das bandas do estilo de Cuiabá, a High School. Depois de boatos que a banda tinha acabado (graças a saída do baterista Gustavo), a High School diz voltar com mais força do que nunca, dessa vez até com um baterista, segundo eles, equiparado ao Gustavo(ex-batera).
A banda é consideravelmente nova mas tem membros com bastante experiência, os quais já estiveram em vários projetos de outras bandas e agora compartilham de experiências e dedicação na High School.
Conversei com o Vocalista da banda o Juliano, que vai nos dizer um pouco do que se passa pela banda, e o que vem acontecendo, novidades e muitas outras coisas, fiquem atentos...
Entrevista
EC - Juliano, depois desses boatos da banda ter acabado; da saída do Gustavo da high school ( afinal uma banda de amigos) e o motivo que até agora não foi revelado. Sei que deve ser chato tocar no assunto, mas vocês poderiam pelo menos esclarecer para o pessoal? E sobre esse novo baterista como ele é? Adaptou-se bem? Os ensaios estão correndo normalmente? Qual o nome dele?
Juliano Hs: Bom, cara, motivos são vários, acho que a concordância sobre certas coisas estava abalada e isso resultou na saída do Gustavo mas mesmo assim a banda resistiu e ainda estamos gratos pelo tempo que ele participou do crescimento da banda.
Quanto ao Rafael (ou Pato, é o apelido dele) ele é muito bom, vem do metal mais o negócio dele é batera mesmo. Um cara que estuda mesmo a parada e gosta do que faz, ele está fazendo mudanças nas músicas e está muito bem por sinal. Engraçado e já está se tornando amigo nosso, agora é só estréia-lo.
Massa! Os fans agradecem. E sobre o CD, vocês lançaram duas músicas já faz um tempo e prometeram um CD produzido pelo grande TCHUKA. Mas até agora não vimos caras desse CD, como que anda? Está em que parte do processo; gravação, mixagem...? Quantas músicas ele terá? Qual nome? Enfim, o máximo de informações que puder dar sobre o CD ajuda! E também tem o quesito das músicas terem sido gravadas pelo Gustavo, como isso vai ficar? Vão usar a gravação ou vão re-gravar a bateria?
Cara, o CD está praticamente pronto e talz, mas com a saída do Gustavo teremos que resolver muitas questões sobre isso. O CD teve algumas mudanças, tiramos algumas músicas que eram do Gustavo (a pedido dele) e estamos resolvendo se lançamos com 9 ou 10 músicas. Tive a oportunidade de ouvir as pre-mix e me surpreendi com o resultado, sei que a espera está enorme por esse CD, começamos a gravar em março mas estamos fazendo um processo profissional nesse CD, gravação, produção e mixagem tudo a seu tempo sem pressa pra poder acertar os detalhes do cd com precisão. Até aula e produção vocal eu passei pra você ter uma idéia, mas com as complicações rolou um atraso inesperado.
Uma pena essas complicações... Agora quero saber o que vocês acham do Névio ter, agora, um projeto paralelo (a Self Help) com o Gustavo, por sinal? Não tem problemas?
Bom cada um tem sua vida pessoal e se ele tá curtindo 'remontar' o Self Help, legal! Só queremos compromisso com a HS, pois nossos projetos estão caminhado novamente e vamos precisar dele integralmente daqui um tempo. Daí ele escolhe, não acha?
Sim, verdade, agora como eu não sei todas as perguntas para obter todas as respostas, gostaria que você contasse algum babado da banda hahahahaha, se achar que faltou algo na entrevista, manda bala!
Bom cara, babado? Hm, meninas Marcos Kaqui está solteiro e está aceitando propostas! Voltaremos dia 26/08 no MC dia feliz uma palhinha com o batera novo! O CD sai, podem esperar! E bom, a HS continua e promete grandes novidades em breve, coisas pra chocar...
Opa, valeu pela entrevista Juliano, os fans agradecem, vou me despedindo por aqui.
Beleza, valeu você mano!
High School é: Marcos Kaqui - Guitarra/Voz
Michael Juliano - Voz
Névio MacTasty - Guitarra
Bruno Coringa - Baixo
Rafael - Bateria
Para ouvir: TramaVirtual
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Quinta-feira, Agosto 10, 2006
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cobertura
Última Noite: Festival DoSol
Por Renata Marques (Natal/RN)
Especial à Imprensa EC
Sem dúvidas o domingo foi o dia de maior público do Festival DoSol. A programação que estava dedicada ao Hardcore e suas vertentes, atraiu uma turma mais jovem e cheia de estilo, de skatistas à emos.
Dead Nomads
Pra começar, no final da tarde, três bandas locais tocaram no palco do DoSol Rock Bar: Fliperama, Ravanes e Pots - iniciativa que estimula as bandas em formação na cidade! Seguidos, no palco maior, pela apresentação do Dead Nomads (PB) acompanhados pela empolgação do público que se formava na frente do palco.
os performáticos Astronautas
A garotada do Karpus (RN) antecedeu a apresentação dos performáticos Astronautas (PE) (que por sinal, tocam no Calango) que mostraram um rock-eletrônico muito bom! Depois foi a vez da banda da 'diretoria' Allface (RN), com estréia de Ana Morena no baixo e com direito a participação especial do vocalista Rodrigo PS, do Jane Fonda.
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Instiga, música pra mudar
o Aditive levou a empolgação pra arena do DoSol
Quando os paulistas do Aditive subiram ao palco a galera se empolgou e daí até o final do show de Dead Fish as caixas de som que estavam no chão viraram lugar para 'arremesso' e a frente do palco uma grande 'roda de pogo'. Rapaziada instigada!
Devotos
Na seqüência Jane Fonda (RN) manteve o ritmo e o clima, abrindo caminho para o som colossal do Devotos (PE). Depois de mais de seis anos sem vir a cidade do Sol, eles voltaram com novidades: "está saindo do forno o CD - Flores com espinho para o rei", contou o vocalista Canibal. Os caras que realizam há dez anos um trabalho na comunidade Alto José do Pinho em Recife, começam a fazer a divulgação do CD seguindo do Festival Dosol para outro festival em Tocantins."Todo o nosso CD foi produzido na comunidade do Alto. E com o nosso trabalho já tem seis bandas em formação lá", adianta o vocalista prometendo mais novidades.
Fechando a terceira e última noite do festival DoSol os capixabas do Dead Fish (ES), com uma boa apresentação para o público que gosta do estilo. "Fazemos questão de tocar no nordeste. Pena que nem sempre dá pra aproveitar as praias, o sol, os camarões.. (risos) Fico feliz de participar desse festival por que sei que é feito por pessoas que fazem porque gostam de música", diz o vocalista da banda Rodrigo.
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Balanço final
E assim acaba o Festival DoSol, com um cardápio de estilos do que é produzido no cenário musical brasileiro.
Na balança: uma boa programação, lançamentos, estréias, um público ainda alheio, ações que estimulam bandas em formação na cidade e 'pepinos' comuns a festivais que engatinham ...
No saldo: mais um bom motivo na cidade 'do Sol' pra se fazer, mostrar e pensar música. Que venham outras edições!
Para conhecer um pouco mais sobre o festival: www.dosol.com.br
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posted by Espaço Cubo at 22:49
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Quarta-feira, Agosto 09, 2006
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cobertura
Primeira Noite: Festival DoSol
Por Renata Marques (Natal/RN)
Especial à Imprensa EC
Poetas Elétricos abrem a noite de sexta
A primeira noite do Festival DoSol começou com duas estréias. Quem deu as boas vindas foi o som experimental d'Os Poetas Elétricos (RN) que mostraram algumas músicas do próximo CD "Estirado no Estirâncio" - previsão de lançamento em meados de dezembro.
"O novo trabalho vem com mais lirismo, tanto no temas como nos arranjos sonoros", conta Carito, compositor e vocal do trio: "Já nos apresentamos como dupla, banda, agora nos encontramos como 'tripla'. A participação de Michele só veio a somar. Encontramos a peça que faltava".
estreando; Simona Talma
Outra estreante no palco de um festival foi a cantora potiguar Simona Talma. Cantando blues ela encantou o público que chegava timidamente por causa de uma chuva fina que insistia em cair. Sobre a participação no festival, a cantora, que costuma fazer shows mais intimistas em teatros e bares comenta: "Sempre tive muita vontade de participar. essa foi uma boa oportunidade. Gostei, quero mais!"
Com um público mais numeroso, foi a vez do Parafusa (PE) se apresentar. Mas a banda teve problemas no som. "O teclado da banda ficou mais de metade do show sem funcionar. A estrutura de som oferecida pelo festival tem alguns problemas. Mas como hoje foi o primeiro dia, acho que as coisas ainda estão se acertando", diz Marcílio Moura, técnico de som do Parafusa vindo do Recife.
Seu Zé
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Upgrade, termômetro e suingue
Depois rolou o blues rock do Mad Dogs (RN), com o show do CD "Bar doce lar". Seu Zé (RN), com um show redondinho só que muito parecido com o que fez no Mada este ano. A banda é boa, mas está precisando de upgrade, dar uma variada!
Rogério Homem do Bonsucesso Samba Clube
Em seguida o suingue dos olindenses do Bonsucesso Samba Clube (PE), que estão trabalhando o segundo CD "Tem arte na barbearia". Embora o som também tenha prejudicado o inicio do show dos caras a galera dançou e cantou junto. "Esse é o termômetro de um show", conta Rogério Homem, vocalista e compositor da banda pernambucana.
"Um festival é importante porque mobiliza atenção do público e da mídia com mais força. E como tem muitos estilos temos a oportunidade de tocar pra quem não iria ao nosso show ou não conhece o nosso trabalho, por exemplo". Após o festival, eles vão à Fortaleza participar da Feira da Música.
Quem quiser conferir o som dos caras pode baixar no site www.bonsucessosambaclube.com
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Games, fanta e fronteiras
Já era madrugada de sábado quando Dusouto (RN) começou a fazer um som pra não deixar ninguém parado. No telão, as imagens do VJ Julio Castro casadas com o ritmo frenético da groovebox do DJ Gabriel Souto. Muito bom! Com o CD relançado pela Nikita Music a banda está se preparando pra começar uma tour pelo sul do país depois de emplacar música no game Fifa 2006 e coletânea lançada no Japão. Fiquem atentos! Há quem aposte que eles serão a primeira banda potiguar a se destacar no cenário nacional.
Depois se apresentaram Experiência Ápyus (RN) e Ludov (SP) com um 'pop-fanta-bonitinho'. E para encerrar a primeira noite, Mundo Livre S.A, fazendo todo undo 'mexer' e com a novidade? estarão participando uma coletânea de um Selo de Nova York com a música "Maroca". É a música atravessando fronteiras nacionais e internacionais ... Salve, Salve !
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cobertura
Segunda Noite: Festival DoSol
Por Renata Marques (Natal/RN)
Especial à Imprensa EC
a arena do Festival DoSol
A programação da segunda noite do Festival DoSol mostrou a simplicidade e o peso das guitarras destorcidas, baixo e bateria - um rock puro e seco!. A noite mais Indie do Festival começou a tardinha com três bandas locais no palco Do Sol Rock Bar: Distro, Drunk Driver e Doris. E parece que não empolgou muito o público potiguar, que só veio começar a aparecer mesmo lá pelas dez horas da noite, mas muito timidamente.
Deadfunnydays
No cair da noite, a movimentação dos palcos maiores teve início com Deadfunnydays (RN), que lançou no festival, pelo Lado[R], o split com os baianos do A Sangue Frio, distribuído pelo selo Estopim (BA): "Procuramos encontrar outra maré no mercado. Fizemos 200 tiragens e estamos distribuindo para a galera e os amigos que ainda curtem vinil, fita e tal", conta o guitarrista da banda, Dimetrius Ferreira.
Bois de Gerião
Depois foi a vez do 2Fuzz (CE) e Carfax (PE) subirem ao palco seguidos pelo Los Canos (BA) e Bugs (RN). O público pequeno estava um tanto disperso. Mas quando a vivacidade do rock com influëncia jamaicanas e a boa performance dos músicos do Bois de Gerião (DF) mostraram a cara, a galera chegou junto. Trabalhando com a divulgação do segundo CD "Nunca mais monotonia", a próxima parada do grupo é no Festival do Laboratório Pop, no Rio de Janeiro. "Nos festivais de rock encontramos um público direcionado. Embora seja pequeno, quem tá ali sabe o que quer ouvir. Outro bom aspecto é os contatos que conseguimos fazer com as bandas de outros locais, sempre rola novos convites", conta o trompetista Gus.
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Internet e gráfico sonoro
Do outro lado do Rio Grande diretamente para os palcos do DoSol - coincidentemente para comemorar o aniversário de 13 anos de estrada: a banda Walverdes (RS). Já com o quarto CD ("Playback") em mãos, a banda está participando de diversos festivais divulgando o trabalho. E sobre essa trajetória, o vocalista da banda, Gustavo Mini, comenta: "O caminho que trilhamos é o comum das bandas independentes: precisamos de uma boa dose de paciência! (risos) Durante esse anos já passamos por várias fases do 'boom' ao ostracismo. Percebo que depois da Internet tudo está melhorando, as pessoas começaram a fazer mais contato, mais festivais estão sendo criados e saindo dos pólos, dos eixos... isso significa mais lugares para tocar, é muito bom!"
o MQN
Na seqüência da programação, o que chamo de 'um gráfico sonoro' de altos e baixos mostrando que alguma bandas do rock potiguar destoam do que está sendo produzido pelo Brasil afora. No gráfico: sobe o bom rock anos 60 do Revolver (RN), desce com o Memória Rom (RN), sobe no MQN (GO) com uma boa pegada, desce o 'conjunto' Zero8quatro (RN), sobe o surf-rock acelerado Autoramas (RJ). E a segunda noite do DoSol, fecha em alta, com o show do Forgotten Boys (SP).
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Selos, fanzines e vanguarda
Além de música, quem foi ao festival também pôde conferir os stands de alguns selos, comprar camisetas e bottons e dar uma sacada numa mostra de fanzines com mais de 150 edições do Brasil e do mundo, organizada pelo pessoal do Lado[R]. Aproveitando a deixa, eles aproveitaram para lançar o zine nº4, recheado de quadrinhos.
stand do fanzine Lado[R]
Os selos Mudernage Diskos (RN), Xubba Music (RN), Do Sol (RN) e Monstro Discos (GO) também participaram do feira disponibilizando o material da maioria das bandas que participaram do festival. "Um festival é um espaço pra se trocar informações sobre o independente. As palestras do Pensando Música (evento que fez parte da programação do festival), por exemplo, é uma ótima iniciativa porque trata de assuntos inerentes a quem está envolvido com a cena, não tem como fugir.
As conversas, as trocas de experiência com pessoas de vanguarda ajudam a traçar os caminhos o trabalho de quem está começando agora como a Xubba", conta Artur Araújo, um dos diretores do selo.
Logo logo entra no ar a cobertura completa também do terceirto dia de festival DoSol, enquanto isso para conhecer outras resenhas do mesmo festival: www.dosol.com.br
Crédito das fotos: Divulgação
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posted by Espaço Cubo at 12:14
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Sexta-feira, Agosto 04, 2006
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(nova) coluna
Quem é Punk?
por Nettü Regert, de Vilhena (RO)
Especial à Imprensa EC
"Se você quer algo bem feito, FAÇA VOCÊ MESMO!"
Velho ditado popular
A Verdurada
Muito antes dessa onda de festivais independentes que (felizmente) varre o Brasil sempre houve aquela turma que organizava, de qualquer jeito e em qualquer lugar, eventos (ou coisa parecida). Até hoje muitos concordam que aquelas festas tinham o verdadeiro espírito do rock and roll. Não se tinha estrutura de som, não se tinha sequer palco, mas a festa mesmo assim rendia, normalmente terminava com um carro da polícia na porta do local, muitas vezes confiscando o equipamento, ou o pouco que se tinha, devido à denúncia de um vizinho que não tem nenhuma queda por movimentos culturais do underground.
Não quero de nenhuma forma dizer que aqueles tempos eram melhores, até porque não eram, mas pelo menos as pessoas pareciam aproveitar mais o pouco que tinham. Hoje, ficamos perdidos com esse mundo de informação que nos chega através da internet, querendo assimilar um pouco de tudo e no fim aproveitando praticamente nada; uma época de relacionamentos virtuais e sensações artificiais.
Naquele tempo as coisas eram mais raladas, o pessoal trocava coletâneas caseiras feitas em k7's para conhecerem novas bandas e as trocas de materiais e informações à distância eram feitas por cartas, ou seja, para achar aquela banda holandesa de punk dava um pouco mais de trabalho. Hoje é mais fácil e conseqüentemente menos estimulante, porém vá lá, é prático.
Agora volto a falar de eventos: o que seria desses festivais independentes sem aqueles "velhos estágios" em festas de rock na casa de amigos, no meio da rua ou dentro de um bar sujo? É uma ótima escola que nos (me incluo nessa) ensina a criar diante de dificuldades e aproveitar ao máximo os poucos recursos que se têm em mãos. É certo que muitas pessoas irão e fazer coisas cada vez maiores, mas sempre baseados naqueles velhos de produção independente.
E conseqüentemente cada um segue por caminhos diferentes, alguns ligados e inspirados por movimentos estudantis e políticos e outros somente continuam apenas por diversão.
E só para complementar, alguns eventos, por opção ou repúdio, se negam a receber apoios financeiros públicos ou privados. Mas nem por isso deixam de ter qualidade, logo abaixo vai um ótimo exemplo.
Organizada por pessoas ligadas à comunidade hardcore - punk - straight edge de São Paulo, a Verdurada, realizada desde 1996, é muito mais que um evento de rock, porque além de se apresentarem bandas (a maioria de hardcore) traz entre suas atividades palestras, debates, exposições de vídeos e artes de com conteúdo políticos e divergentes. E ao fim do evento é distribuído um jantar vegetariano.
Os dois objetivos do coletivo são:
- Provar que é possível se fazer um evento sem grandes patrocínios e sem mídia paga para divulgar
- Mostrar ao público música (e outras formas de arte) feita por pessoas com idéias e opiniões diferentes e contestadoras.
A Verdurada é realizada bimestralmente e a próxima será no dia 06 de agosto, lembrando que em São Paulo também acontecerá o 1° Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino Americano entre os dias 04 e 08 de agosto. Como forma de apoio ao congresso a Verdurada trará cinco bandas que cujos integrantes são ligados ao vegan/vegetarianismo, além de exibir o documentário "Earthlings" (Terráqueos), que aborda a causa animal de uma forma bem interessante. Quem tiver a oportunidade de assistir ou baixar na net, o façam, você vai repensar a relação ser humano x animais com certeza.
A Verdurada é um evento que é sustentado por ele mesmo, ou seja, sua renda é obtida com a venda de ingressos, e é usada para cobrir gastos como sonorização entre outros. E parte desse dinheiro ainda ajuda na divulgação do vegetarianismo através de panfletos e também é aplicado em diversas ações sociais. É o faça você mesmo consciente.
Data: 06 de agosto (Domingo)
Entrada: R$ 6,00
Horário: A partir das 17h
Local: Rua Anita Costa, 155. Ao lado do metrô Jabaquara
Cidade: São Paulo - SP
Com as bandas: La Revancha, Eu Serei a Hiena, xAMORx, Live By the Fist, Confronto;
E mais: Earthlings (vídeo, 2005) - documentário;
Quer saber mais sobre a Verdurada? É só acessar: :::
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Terça-feira, Agosto 01, 2006
especial Calango
Power band Revoltz hoje aqui no blog do cubo.
por Kleber Santos
Imprensa EC
Eles vão tocar no segundo dia do Calango e o incrível vocalista Ricardo Kudla cedeu uma entrevista depois de suadas negociações.
Bem Kudla, a maioria de nós fans e pessoal de Cuiabá sabemos que Revoltz, até pouco tempo, estava em estúdio gravando um novo cd gerando muitas expectativas. Queremos saber mais sobre ele, data e tudo mais... Desce o pau aí!
Cara, fazer um DISCO sem GRAVADORA e sendo FAVELADO, é muito foda.
Isso realmente é foda.. Produtores que precisam produzir uma banda foda e querem subir na carreira, aí está uma ótima chance.
Gravamos em MAIO/JUNHO em CUIABÁ, deixamos esse mês de JULHO para OUVIR com atenção as musicas, detectar mudanças e acertar. Agora em AGOSTO, pela continuidade de festivais e outros shows vamos dar um tempo no processo e voltaremos em SETEMBRO para a MIXAGEM definitiva. Os detalhes estaremos fazendo no ESTUDIO RIFF, onde gravamos e esperamos (se tudo der certo) mandar o CD pra FABRICA ainda em OUTUBRO, pra dar tempo de prensar esse ano. Senão só no início do ano que vem. Mas na real, não estou PREOCUPADO com o tempo do disco.
(ÓTIMO, essa é exclusiva, eim pessoal. Até agora a data era um mistério. Não que seja exata, mas pelo menos agora temos uma previsão)
É o primeiro trabalho da banda, estou fazendo com muito carinho amor e dedicação: tenho certeza que teremos boas surpresas até o final do ano com ele mixado e bonito pra sair.... temos muita coisa pra trilhar ainda
Quando você fala primeiro trabalho, você se refere a um trabalho mais profissional não? afinal com o Astronauta Pingüim dando forças pra banda na produção...
Estou em SP neste tempo compondo muitas musicas novas, arranjando outras que estavam paradas; está sendo um processo legal esse afastamento de Cuiabá por uns tempos. Cara, desde que coloco meu pé em um palco ou em um estúdio pra gravar sempre é profissional. Mesmo as brincadeiras aqui em SP com os TROPICANALHAS ou outros projetos que estou envolvido são sérias. Musica pra mim é tudo e encaro sempre com PAU DURO. Agora a proximidade com o PINGUIM na produção fez abrir a cabeça para varias coisas possíveis de desenvolver num estúdio. Foi e está sendo uma experiência muito gratificante..
Vou até ligar para esse puto agora em POA, 1 minuto.
(estrela é assim mesmo, pensa que pode colocar a entrevista em STAND-BY a qualquer minuto, mas eu sou legal e vou deixar dessa vez)
Minutos depois...
Então, pra você musico que está começando ou até tem uma banda e não sabe porque que ela não vai pra frente, está aí um dos motivos: PROFISSIONALISMO. Procurem se espelhar nos músicos que deram certo pelo menos no cenário local. Kudla liberou essa ótima dica que é sempre bom estar falando...
E como temos pouco espaço pra finalizar
Como será o nome do CD ? abraços e beijos, os fans agradecem, até uma próxima...
Calma, que entrevista mais rápida... hahahahahaha, ótimo...
Cara, esse lance de profissionalismo não deve ser misturado com MALETAS, as vezes o cara acha que ser profissional é ser um CHATO, brigar com tudo e com todos pelo equipamento e o caralho a 4, reclamar das outras bandas, se achar... profissionalismo, ou melhor, experiência, só vem com o tocar e tocar, tentar fazer da banda uma coisa orgânica que tenha mais apenas do que musicas mas conceito musical, enfim, isso é um tema pra lá de complexo na real, mas a dica pra quem ta começando é: toquem e façam o Maximo de shows possíveis, se organizem na divulgação e tenham boas idéias, isso é fundamental. E, respondendo a ultima pergunta, não sei do tempo, não sei do nome, não sei da capa... aliás SEI SIM mas não vou dizer agora é surpresa...
(libera só pra mim prometo que não ponho na entrevista ahuauhahuauh)
to pensando em colocar uma foto minha ampliada na capa e se chamar ME, MYSELF and my SQUIER mas acho que não ia colar, ai depois pensei em colocar uma foto de PUTARIA são idéias. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
Putaria todo mundo gosta auhhauhau, acho que iria vender bem eim auhauhauhuha
eu também acho, é isso? Beleza, Obrigado pela entrevista, repórteres que nem você são raros, beijos.
Revoltz é: Ricardo Kudla - Baixo e vocal
Alexandre Ames - Bateria
Heitor Jooji - Guitarra
Marcella Yoshida - Teclado e Back Vocal
O site é www.revoltz.com.br.
Tem também a comunidade no orkut.
E eles tão no calango NÃO SE ESQUEÇAM
DIA 19/06 (Sábado), às 23:00h
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posted by Espaço Cubo at 15:25
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